O presidente Lula (PT) celebrou o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, firmado nesta sexta-feira (6), e disse que as condições anteriores eram “inaceitáveis”.
O acordo foi anunciado depois de muito vaivém, estimulado pelo governo brasileiro, que via desvantagem em algumas imposições. A maior preocupação estava na área da produção agrícola, o que gerou ruído com a França. O Planalto avalia a definição como um caminho para ampliar a relação comercial com o bloco, o segundo principal parceiro comercial do Brasil.
Em sua fala na cúpula do Mercosul, no Uruguai, Lula chamou o texto de “moderno e equilibrado”. “[Um texto] que reconhece as credenciais ambientais do Mercosul e reforça nosso compromisso com os Acordos de Paris”, disse o presidente, se referindo a acordos sobre questões climáticas e a redução das emissões de carbono.