Educação: Aprendemos o valor do dinheiro com o ensino que recebemos dos nossos pais

Desde a primeira infância, tendo acumulado cinco ou seis anos de idade, eu já desconfiava que seria economista.

Naturalmente, não no sentido da profissão de economista — que, na verdade, nem é bem uma profissão; é muito mais uma formação.

Crianças podem brincar de ser bombeirasxerifesatrizesmusicistas ou cozinheiras — profissões que evocam heroísmo ou arte —, mas, felizmente, nunca conheci uma criança que fingisse ser economista. Talvez nem o Gustavo Franco, arrisco-me a dizer. Precisamos de muito mais tempo de vida para desenvolver preferências tão chatas.

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